Tecnologia e Manejo

20/09

É importante controlar a coccidiose suína

É importante controlar a coccidiose suína

 

 

A coccidiose suína acomete leitões na fase de maternidade. O agente causador da coccidiose em suínos é o Isospora suis. A doença é caracterizada por uma enterite que provoca diarreia em leitões lactentes. Normalmente os sinais clínicos surgem entre o 5º e o 14º dia de vida. Podendo surgir mais tardiamente, dependendo do nível de infestação e pressão de infecção no ambiente. A diarreia observada em leitões com coccidiose varia entre pastosa e gordurosa, coloração entre amarelada a acinzentada, profusa, não hemorrágica.

 

Ela pode provocar alta morbidade e baixa mortalidade. Dentre os prejuízos decorrentes da coccidiose, destaca-se a redução no ganho de peso por causa das lesões e atrofia de vilosidades que o Isospora provoca no intestino delgado. Os fatores que sugerem a ocorrência da coccidiose em leitões lactentes são a ineficiência das terapias com antimicrobianos e vacinação utilizando bacterinas nas fêmeas gestantes, além dos sinais clínicos normalmente observados.

 

Problema

 

Alta morbidade → Redução de peso durante a lactação

 

Resultados comprovados

 

 

Tratamento

 

A Ourofino Saúde Animal oferece o Isocox Pig Doser (Toltrazuril 5%), anticoccidiano para suínos. O produto atua em todas as fases de desenvolvimento do parasita e é indicado para profilaxia e tratamento da doença. O Isocox Pig Doser é administrado a toda leitegada a partir do terceiro dia de vida como profilaxia da coccidiose. Para tratamento, utilize a dose de 1 mL de Isocox Pig Doser para cada 2,5 Kg de peso dos animais (equivalente a 20 mg/Kg de peso). Em casos de propriedades com alto desafio, a dosagem pode ser repetida após cinco dias ou a critério do médico-veterinário.

 

Conclusão

 

Observou-se que animais tratados apresentaram maior ganho de peso durante a lactação até a saída de creche, demonstrando que o toltrazuril é eficiente para minimizar os efeitos negativos que a doença acarreta naturalmente.

 

Por Rafaela Fochi Ramires, consultora técnica na Ourofino Saúde Animal



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