Tecnologia e Manejo

21/09

21/09 Alertas de Mercado: Arroz, Boi, Café e Suínos

21/09 Alertas de Mercado: Arroz, Boi, Café e Suínos

 

Arroz

 

O Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros recuou 2,33% no acumulado de setembro (até o dia 19), fechando a R$ 37,53/saca de 50 kg nessa terça-feira. Segundo colaboradores do Cepea, boa parte das indústrias esteve retraída para novas compras no mercado doméstico, dando preferência ao arroz depositado em seus armazéns ou ao produto importado de países vizinhos, visto que o dólar está em queda.

 

Do lado vendedor, a oferta aumentou, já que os orizicultores, apreensivos com as desvalorizações, disponibilizaram lotes para “fazer caixa” e cumprir com compromissos de safra.

 

Boi 

 

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo recuou 1,6% entre 13 e 20 de setembro, fechando a R$ 141,60 nessa quarta-feira, 20. Isso porque a insegurança gerada pelas últimas notícias do setor afastou muitos operadores do mercado.

 

Quanto ao primeiro giro de confinamento, segundo colaboradores do Cepea, foi positivo para os produtores que arriscaram e abateram seus animais nas últimas semanas, visto que o período foi de altas expressivas da arroba, decorrentes da escassez de boi gordo no mercado.

 

Café 

 

Pressionadas pela forte queda externa, as cotações do café arábica recuaram quase 10 reais por saca de 60 quilos nessa terça-feira, 19. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou ontem a R$ 458,90/saca de 60 kg – na segunda, foi de R$ R$ 468,52/sc.

 

Na semana passada, por outro lado, as altas internacionais impulsionaram os valores domésticos. Pesquisadores do Cepea afirmam que as elevações estiveram atreladas ao clima no Brasil, que pode afetar a produção da variedade. A baixa umidade do ar e as temperaturas elevadas no País têm prejudicado os cafezais, e agentes já relatam o aparecimento de pragas e doenças.

 

Suínos

 

Apesar da entrada da segunda quinzena do mês, quando tradicionalmente as cotações recuam, a menor oferta de suínos, aliada ao aumento no custo de produção, elevou os preços  do animal nas principais regiões acompanhadas pelo Cepea.

 

Na praça SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), as cotações do vivo subiram 3,9% entre 13 e 20 de setembro, com o quilo negociado a R$ 4,16, em média, nessa quarta-feira, 20. No mercado de carnes, no atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína e a comum foram negociadas a R$ 6,28/kg e a R$ 5,94/kg, respectivamente, altas de 1,8% e de 2,4% nos últimos sete dias. 

 

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br



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