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11/01

11/01 Alertas de Mercado: Arroz, Boi, Café, Frango e Suínos

11/01 Alertas de Mercado: Arroz, Boi, Café, Frango e Suínos

 

Arroz

 

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul apresentou baixa liquidez neste início de ano, devido ao pouco interesse de compradores em efetivar novos negócios.

 

Parte da indústria deu preferência para o arroz depositado nos próprios armazéns, enquanto outras trabalham com o estoque já adquirido. Do lado vendedor, alguns lotes de casca foram disponibilizados, por causa da necessidade de “fazer caixa”.

 

O Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, caiu leve 0,7% entre 2 e 9 de janeiro, fechando a R$ 37,13/sc de 50 kg nessa terça.

 

Boi

 

As cotações do boi gordo iniciam o ano firmes. Como já esperado para este período, poucos negócios têm sido observados e a comercialização tem sido retomada aos poucos, segundo colaboradores do Cepea.

 

O Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa fechou a R$ 148,70 nessa quarta-feira, 10, alta de 1,22% frente à quarta anterior, 3. Quanto ao bezerro, a liquidez também tem está baixa, devido à falta de operadores no mercado. 

 

Café

 

Como muitos agentes consultados pelo Cepea ainda estão fora do mercado, os negócios de café seguem calmos neste início de ano. A expectativa é que grande parte dos compradores e vendedores retorne ao spot nas próximas semanas. Para o arábica, os preços seguiram em queda nessa terça, 9.

 

O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 448,34/saca de 60 kg na terça-feira, baixa de 1,53% em relação à terça anterior, 2.

 

Quanto ao robusta, com o menor número de agentes consultados pelo Cepea no spot, os negócios também seguem em ritmo bastante lento. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, fechou a R$ 351,90/sc de 60 kg na terça, recuo de 0,94% na mesma comparação.

 

Frango

 

Os preços no mercado de frango foram menores em 2017, na comparação com 2016.

 

Nas granjas paulistas, a média anual ficou 10,5% menor que em 2016. A cotação média foi de R$2,59/kg, segundo levantamento da Scot Consultoria.

 

O custo de produção foi menor com alimentação, mantendo a relação de troca favorável ao avicultor, mesmo com os menores preços observados para a venda. Na média de 2017 foi possível comprar 30,4% mais milho com um quilo de frango, frente ao ano anterior.

 

No atacado, a carne de frango teve a maior desvalorização, na comparação com a bovina e a suína. Em doze meses a carcaça de frango teve queda de 12,8%, enquanto o boi casado caiu 0,7% e a carcaça suína subiu 8,2%.

 

Para 2018, a demanda interna deverá ditar o mercado, mas os patamares menores de preços, frente às demais proteínas, poderão ser um atrativo em momento de recuperação da economia. As exportações deverão retomar o bom ritmo, colaborando para o escoamento da produção. 

 

Suínos 

 

Normalmente no início do ano, os negócios do setor suinícola são desfavorecidos, uma vez que o volume de comercialização no fim do ano geralmente é maior, devido às festas de Natal e Ano Novo.

 

Apesar disso, colaboradores do Cepea sinalizam que a liquidez do mercado continua elevada na semana, especialmente por conta do recebimento dos salários.

 

Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o animal vivo se valorizou 1,3% na semana, passando de R$ 3,92/kg no dia 3 para R$ 3,97/kg na quarta-feira, 10. 

 

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br e Scot Consultoria 



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