Notícia

20/12

SC deve manter status livre de aftosa sem vacinação

SC deve manter status livre de aftosa sem vacinação

 

Apesar do andamento do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), que prevê a retirada da vacinação contra febre aftosa de forma gradativa no Brasil, Santa Catarina, o único estado considerado livre da doença sem vacinação, deve manter a certificação independente do restante do país.

 

A separação de Santa Catarina garante que, por exemplo, em caso de ocorrência de febre aftosa em outro estado, a certificação internacional catarinense não seja afetada. Nessa situação, o estado continuaria autorizado a exportar os produtos de origem animal porque se manterá como uma zona a parte do restante do país.

 

Defesa Agropecuária

 

A retirada da vacinação em outros estados irá demandar um investimento ainda maior na defesa agropecuária catarinense. Atualmente, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados, sendo proibida a entrada de bovinos provenientes de outros estados.

 

Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa

 

O PNEFA está em andamento e em novembro de 2019 o Paraná – estado vizinho de Santa Catarina - já irá suspender a vacinação no seu rebanho. A expectativa é de que em 2023, o Brasil seja reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como país livre de febre aftosa sem vacinação. Mesmo status conquistado por Santa Catarina em 2007.

 

DATAGRO 



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